29 de out. de 2011

À Espera


O Krisiun está no meu grupo de eleição do Death Metal, junto com Nile e Behemoth, e que no futuro também pode ser invadido por Deicide, Cannibal Corpse e Vader. O Krisiun se destaca pela brutalidade extrema e velocidade absurda no seu som, além das belas quebradas que surgiram no disco "Assasination".

Além de ser uma das melhores bandas de Death Metal da história, a banda também está também no topo quando se fala de bandas brasileiras de Heavy Metal, pois apresenta uma discografia de incotestavel qualidade, marcada por clássicos como "Apocalyptic Revelation", "Conqueorors of Armageddon" (meu disco preferido do grupo) e o já citado "Assassination".

Dentro do Power trio, o meu integrante favorito é o Moyses Kolesne, que sozinho da conta do serviço de criar riffs animalescos e solos ácidos e velozes que não primando pela técnica, conseguem ainda ser sensacionais. O Krisiun prova que dá para fazer um som extremamente brutal sem usar mais do que 3 instrumentistas (aprenda isso, Slipknot), e junto com bandas como Suffocation, Incantation e outros constituíram o que hoje se chama de Brutal Death Metal.

Todo o sucesso do Krisiun foi conquistado dentro dos CDS e shows ao vivo no mundo, já que a banda não tinha nem de longe a mesma hype do Angra e Sepultura. Conquistaram o difícil mercado americano, a Europa e América do Sul, e hoje tem todos os méritos que merecem. O novo CD do Krisiun gera muita expectativa nesse autor, que tem até então o disco do Deicide  como o melhor do gênero nesse ano.

Ao seu tempo farei a avaliação dessa prestação.

26 de out. de 2011

Guitarras Clássicas #02


Yngwie Malmsteen, o sueco gordo voador! Um dos caras mais influentes na guitarra, tão influente que caso se canditasse a presidência do Japão ganharia com votos de sobra. 

Esse cara gordinho de nome estranho revolucionou a forma de tocar rápido tocando mais rápido ainda o tempo todo! Seu primeiro albúm solo (Rising Force, 1984) foi um sucesso no mundo inteiro e é obrigatório pra todo amante de guitarra, nesse mesmo albúm encontra-se a faixa "Far Beyond The Sun" que é um clássico ABSOLUTO e incontestável. 

Arpejos e escalas na velocidade da luz com uma pegada furiosa  e os equipamentos clássicos: Parede de Marshall's e uma Fender Strat turbinada com Seymour Duncan's from hell.

23 de out. de 2011

Saudades do Kamelot?


O Serenity é uma banda que segue os passos do Kamelot, fazendo um som que nos remete muito a essa banda. Os vocais se destacam pelos mesmos motivos e há um número considerável de participações especiais de mulheres nesse disco. Para aqueles que lamentam a saída de Khan do Kamelot, o vocal dessa banda podia substitui-lo sem problemas.

Veja na excelente "The Chevalier" que ganhou um clipe a semelhança entre as duas bandas. O disco será ouvido em breve, e eu tenho grandes expectativas quanto a ele.

Alguns Discos...

O mundo da ópera não sugou esse autor por completo, e ele ainda ouviu muito metal essa semana, e aqui vão algumas resenhas de discos que eu ainda não tive tempo de resenhar.

O Novo disco do Almah é como já disse para algumas pessoas que eu possuo contato, foi uma forma do Edu se despedir do seu estilo vocal tradicional e possivelmente do Angra.

O instrumental do disco é o grande destaque, remete as vezes um pouco ao Metal Progressivo, mas nem tanto. Os solos velozes e técnicos sempre foram uma paixão do autor, e nesse disco eles estão em profusão

Eu demorei um pouco para engolir o Edu cantando agressivamente, pois vi que isso distorcia seu timbre, e o timbre do Edu é o que eu mais gosto nele. Por sorte o Edu soube dosar muito bem os rasgados e vocais limpos, e cantou dentro do seu limite, algo importante para manter sua frágil saúde vocal.

Os cavalos de batalha desse disco são "Days Of The New", "Trace Of Trait", "Daydream Lucidity" e a balada "Late Night In '85". Um excelente disco, que me despertou a vontade de ouvir o disco "Fragile Equality" que possuo aqui na minha arca, mas nunca me deu vontade de ouvir.

Nota: 8,5  1/2


Shadowside se tornou uma das minhas bandas preferidas depois da compra do seu último disco (Dare To Dream), que me mostrava uma das melhores vocais femininas no metal.

Dani Nolden comanda o disco, talvez seja a melhor contralto em atividade, os agudos são pesados, potentes e com um considerável alcance. O timbre é agradável e possui uma forte presença de metal nele, e a cantora consegue manipula-los muito bem, a interpretação é sensacional.

Os outros vão muito bem no instrumental, mas eu esperava mais solos animalescos do Raphael Mattos, ainda sim esteve muito bem. A cozinha é muito boa, a banda tomou a liberdade de colocar uns efeitos eletrônicos, que aparecem um pouco enriquecendo as músicas.

Alguns timbres de guitarra também nos remetiam ao Metal Alterna, mas encaro isso como uma forma de dar variação, e não como um prejuízo total, apesar de não gostar de Metal Alternativo. A única ideia idiota, foi o autotune na voz da Dani na música "Angel With Horns", totalmente desnecessário e deslocado, e olha que essa música é uma das melhores do disco, e a Dani arrebenta nela. Então para que o autotune?

Dani diferente de suas colegas tem como principais influências vocais, os cantores clássicos do metal (Bruce, Halford e Dio), e ela representa muito bem essa escola vocal, com seu timbre metálico que fornececorpo para suas vocalizações, além da alternância entre as linhas vocais mais melódicas e as agressivas, isso sem falar nos magníficos agudos e graves com o qual a cantora nos brinda.

O cavalo de batalha do disco é a faixa titulo, com seu refrão imbatível e as excelentes intervenções de músicos convidados. As outras músicas são todas muito boas e fica até difícil destacar as especiais, o trabalho como todo bate o disco anterior, o que faz com que o Shadowside passe para um patamar mais alto no metal, do que já estava.

Por Dani Nolden principalmente.

Nota: 9,5 *********1/2


O Edguy possui duas fases em sua discografia, a fase mais Power que vai do primeiro disco até o Mandrake e a fase mais hard que vai do clássico Hellfire Club e culmina nesse disco.

Dizer que esse disco só e mais um do Edguy que mescla Power Metal com Hard Rock, é desconsiderar totalmente os elementos do Rock progressivo, Blues e até o Country encontrado na "Pandora's Box", que é o destaque absoluto do disco.

O disco novo do Edguy tem tudo que eu mais quero e gosto no Heavy Metal: bom humor, letras escrachadas, vocais agudos, refrões pegajpsos, elementos do Hard e Power Metal no instrumental.

Agora vem o ponto negativo, a voz do Tobias Sammet está em evidente declinio, o que pode ser percebido pela sujeira no timbre, que curiosamente se encaixou bem na proposta do disco. Bom na verdade eu estou chato cobrando agudos perfeitos, que nem um tenor de ópera comum consegue. Sammet mais uma vez se saiu muito bem, com linhas vocais maravilhosas como atenta "Rock Of Cashel" e "Robin Hood", e agudos que só pecam pela sujeira excessiva já citada.

O instrumental esteve muito melhor do que se esperava, agregando muito bem influências do rock progressivo e Hard no som do grupo, e apesar dos solos não serem animalescos como se espera, todos eles me agradaram pelo feeling.

Esse é um disco em que todas as músicas são muito boas, até mesmo a longa "Behind The Gates Of Midnight World" que foi a música que eu menos gostei do disco, é boa. Esse disco iguala o Hellfire Club em qualidade sem sombras de dúvidas, e mostra o tanto que o Edguy é versátil no gênero

Nota: 9,5 *********1/2

17 de out. de 2011

Slipknot - Rock In Rio Análise

Slipknot... Não sei oque falar sobre esses caras! Eles vem de Iowa nos Estados Unidos e vem conquistando cada vez mais uma legião estrondosa de fãs fanáticos pelo som seu moderno, pesado e "feio". Eles foram a penúltima atração do Dia do Metal no Rock In Rio tocando logo após o Motörhead e aquecendo o público pro Metallica .

Nota: 9

Simplesmente o melhor show da noite, peço perdão a Hetfield e cia, mas o Slipknot destruiu tudo no show! Presença de palco incrível e muito interação entre a banda e o público. Corey Taylor foi até agora o único frontman que realmente fez o pessoal se agitar. 

Os guitarristas James Root e Mick Thomson como sempre ultra-introsados disparando riffs extremamente pesados e solos bizarros, Joey Jordisson que me decepcionou um pouco, esperava um espetáculo maior da parte dele... Assisti o show inteiro esperando seu solo de bateria giratória mas não rolou. Os percussionistas passaram mais tempo animando o público do que no palco mas ainda assim fizeram sua parte na hora de tocar.

Eu não sou fã de Slipknot, mas qualquer um precisa admitir, foi dos melhores  shows do Rock In Rio.

Tracklist:
01 - Intro
02 - Eyeless
03 - Wait and bleed
04 - The blister exists
05 - Liberate
06 - Before I forget
07 - Pulse of the Maggots
08 - Left behind
09 - Disasterpiece
10 - Psychosocial
11 - The heretic anthem
12 - Duality
13 - Only one
14 - Spit it out
15 - People = Shit
16 - Surfacing

10 de out. de 2011

Evile - Five Serpent's Teeth (2011)


Banda: Evile
Gênero: Thrash Metal
Lançamento: 2011

THRASH DE VERDADE!!! Isso sim é Thrash!!! Não faço idéia de a quanto tempo não vejo um banda como Evile, extremamente energéticos e musicas extremamente bem feitas!

O Evile vem do Reino Unido, estão na ativa desde de 2004 e a cada album foi conquistando cada vez mais espaço na cena do Thrash que anda meio parada a um tempo. 

Depois da perda trágica do baixista Mike Alexander eles voltam com tudo em Five Serpent's Teeth.

O albúm é mais "maduro" em comparação com os anteriores, com certeza consequência da perda do baixista. Matt Drake faz riffs insanos e canta melhor do que nunca, sua voz ficou incrível nesse cd e Ol Drake faz solos de deixar Kirk Hammet com vergonha, todas as músicas são destruidoras.

"Cult" que foi o segundo single tem uma incrível performance vocal, a faixa título apresenta um dos melhores solos e "Origin Of Oblivion" também começa com um solo assassino. 

A cozinha é muito bem feita também, bateria com muuuuito pedal duplo e baixo na mesma linha que Mike tocava, foi bem substituído por Joel Grahan.

Agora é impossível terminar a resenha sem citar "In Memoriam", com certeza feita em homenagem a Mike, a música é perfeita, só tenho isso a dizer.

Tracklist
1. Five Serpent's Teeth
2. In Dreams of Terror
3. Cult
4. Eternal Empire
5. Xaraya
6. Origin of Oblivion
7. Centurion
8. In Memoriam
9. Descent Into Madness
10. Long Live New Flesh
NOTA: 8,5

9 de out. de 2011

Para Degustação...


Para iniciar temos essa belíssima prestação a um dos melhores compositores barrocos, mas que em termos de fama fica atrás de Bach e Vivaldi. Häendel terá sua Cleópatra abordada pela Soprano Francesa Natalie Dessay, até agora só ouvi alguns trechos que muito me agradaram, mas nessa semana que se segue prometo me lançar de vez a essa nova pérola da Dessay.


Apesar do fracasso no Rock In Rio, Edu Falaschi recebeu muitos elogios pelo novo disco de sua banda paralela (por enquanto) o Almah. Eu tenho algumas ressalvas quanto ao vocal rasgado do Edu, que não me agrada muito, por outro lado o instrumental é um primor, bom veremos minha opinião após o fim da audição.

Anna Netrebko (como é sabido, é uma das sopranos preferidas desse autor) e a até então desconhecida para esse mezzo Mariana Pizzolato se juntam com um dos melhores maestros da atualidade, o Antonio Pappano para homenagear a obra-prima de Pergolesi, a Stabat Mater. Se você é um leitor atento, já se sabe que esse autor está devendo uma analise desse disco a algum tempo, mas para me defender posso dizer que já ouvi a primeira parte dele, e nesse feriado vai se debruçar e destrinchar mais essa pérola barroca.


O novo disco do Imperia pelas poucas faixas que ouvi me pareceu muito bom, e sinceramente esse disco vai ser até bom para conhecer melhor a banda, já que deles eu só ouvi algumas músicas mais famosas pelo youtube. Mas pelo visto o disco vai brigar para ser um dos melhores dessa área.


Para fechar a semana do feriado, o autor vai ouvir mais música barroca, e dessa vez quem vai atuar é a soprano Danielle De Niese que pelo o que parece decidiu juntar as árias mais fofas do período barroco para montar o CD. Me encontro totalmente dominado pelo barroco.

Desejem sorte ao autor que vai tentar escutar todos os discos nesse curto prazo de 5 dias.

8 de out. de 2011

Herança

Hoje o autor herdou coletaneas de diversos compositores eruditos de seu finado pai. Agora ele soma  mais 10 CDs na sua coleção, e podem esperar futuros uploads.

Objetos Herdados


Antonio Vivaldi (1678-1741)

* As Quatro Estações (39:22)
* Concertos (14:40)
* Sinfonia (10:02)

Obs: Eu já possuo um disco dedicado a ópera de Vivaldi chamado "Pyrotechnics" da Mezzo Vivica Genaux.




Johann Strauss II (1825-1899)

* Viennese Blood Op. 354
* Russian March Op. 426
* Emperor Waltz Op. 437
* Egyptian March Op. 335
* The Blue Danube Op. 314
* Champagne Polka Op. 211
* Morning Papers Op. 279
* Love Of Life Op. 340
* Radetzky-Marsch Op. 228

Pronto cansei, quando eu upar os discos vocês vão saber o conteúdo melhor, mas para fechar herdei também: Schubert, Bach, Häendel, Mahler, Rimsky-Korsakov, Tchaikovsky, Mendelssohn...

2 de out. de 2011

Homenagem a Maria Callas?

Angela Gheorghiu é uma das melhores sopranos da atualidade, e que infelizmente também é conhecida pelo seu frágil narcisismo, e dessa vez ela parece ter inflado o ego de vez.

Angela sempre teve o desejo incondicional de ser reconhecida como uma das melhores interpretes da história, a uns anos atrás disse ser a diva do momento e herdeira do talento de Maria Callas.

E quando nós pensamos que ela estava curada disso, eis que aparece esse disco, que aparentemente é só uma homenagem, mas vindo da Gheorghiu há segundas intenções.

Outro problema que o registo vai ter, se trata das diferenças artísticas das duas divas. Eu sei que as duas interpretaram diversos papeis, mas a Grega se destacou no belcanto, enquanto a Romena se destaca no verismo pucciniano.

Suas semelhanças residem em serem excelentes interpretes (longe de comparar o talento interpretativo de Callas com Gheorghiu), e em suas excelentes prestações a Violetta (La Traviata) e Floria Tosca (Tosca). Agora vamos ver o setlist do disco:

1. PUCCINI : LA BOHEME - Donde lieta usci

Maria Callas foi uma boa Mimi, mas há outras melhores. Entre as melhores se encontram a sublime Mimi interpretada por Gheorghiu, essa faixa deve ser um dos destaques do disco.


2. GOUNOD : FAUST - Jewel Song: O Dieux! que de bijoux

Recentemente Gheorghiu interpretou uma excelsa Marguerite no Royal Opera House, ainda que a coloratura não seja das melhores. Outra faixa que deve ser um dos destaques do disco, mas o que essa ária tem haver com Maria Callas?

3. BELLINI : IL PIRATA - Col sorriso d'innocenza

Agora sim uma faixa de belcanto onde La Divina se destaca. Quanto a prestação da Gheorghiu para a ária, ainda é desconhecida para esse autor. Aguardemos.

4. LEONCAVALLO : I PAGLIACCI - Qual fiamma ... Stridono lassù

Essa ária clássica do verismo italiano já é bem conhecida por todos, e deve ser bem interpretada pela Gheorghiu.
5. SAINT-SAENS : SAMSON et DELILAH - Mon coeur s'ouvre à ta voix
6. CATALANI : La WALLY - Ebben? Ne andrò lontana

Desconheço essa árias

7. BIZET : CARMEN - Habanera: L'amour est un oiseau rebelle

A Carmen de Maria Callas é um dos meus discos de ópera preferidos, já a Carmen da Gheorghiu não me vislumbrou nessa ária no clipe que ela fez. Entretanto dei outra chance para ela e me agradei com o resultado final.
                                        

8. GIORDANO : ANDREA CHENIER - La mamma morta

Essa ária é um dos cavalos de batalha de Maria Callas. Nunca ouvi a versão de Gheorghiu, mas creio que deve se sair bem.

9. CHERUBINI : MEDEA - Dei tuoi figli madre

Essa ária vai dar certinho na voz da Gheorghiu.
10. MASSENET : - Le CID De cet affreux ... Pleurez mes yeux
11. CILÈA : ADRIANA LECOUVREUR - Poveri fiori
12. VERDI : LA TRAVIATA - È strano ... Ah fors'è lui che l'anima
13. Follie! ... Sempre libera

Dessas árias citadas só conheço a prestação de Gheorghiu e de Maria Callas em La Traviata, e ambas são sensacionais, e essas duas árias constituíram o ponto mais alto do CD.

Tenho dúvidas quanto a esse disco de Gheorghiu, mas vamos esperar o melhor, afinal pelo menos no quesito setlist, o narcisismo de Gheorghiu não é sentido, em vista de que decidiu não optar pelos papeis mais difíceis de belcanto, indo mais pelo verismo Italiano tanto primário quanto o secundário, a ópera francesa, sua sensacional "La Traviata", além de uma duvidosa prestação a "Il Pirata"

1 de out. de 2011

Outro Teste

Hoje venho lhes comunicar que o Matheus VCZ não aceitou o cargo de novo escritor do blog. Nesse caso terei que optar pelos dois candidatos anteriores o Fernando e o Claudio. Nada mal visto que os dois se sairam bem nos testes anteriores, mas o de hoje terá uma dificuldade maior.

O teste dessa vez vai consistir em assistir uma ópera inteira, e escrever uma Resenha/Crônica/Artigo sobre a mesma. Vocês poderam optar por qualquer ópera desse canal em que a grande maioria delas possuem legendas em espanhol

Boa Sorte! e comuniquem a ópera selecionada através dos comentários

29 de set. de 2011

Ailyn - Grammy

Hoje vamos falar da atual cantora do Sirenia, que em breve virá ao nosso país para algumas apresentações. Pillar Gimenéz Garcia conhecida também por Ailyn, começou sua carreira aos 15 anos em bandas de J-pop e J-rock como o Charm. 

Foi chamada para ser vocalista da banda Sirenia depois da saída da Dinamarquesa Monika Pedersen. Ela até hoje foi a única vocalista a sobreviver dois discos seguidos, já que o Sirenia é uma banda famosa por demitir suas cantoras, por melhor que sejam.

Aylin foi recebida com uma certa hostilidade a principio, mas depois foi bem acolhida como ficou evidente no show da banda em São Paulo. A cantora também é responsável por um certo aumento de popularidade da banda, acontecimento que também deve-se ao "amansamento" do som do Sirenia, que antes era bem mais ligado ao Heavy.

Os discos do Sirenia com Ailyn são perfeitos para convencer as pessoas de que Heavy Metal não é esse peso todo que as pessoas pensam, e ainda dá para mostra como o metal é ligado a música erudita.

As letras do Sirenia são sombrias e consideradas por alguns como góticas, coisa que não é verdade como evidenciado em um artigo do blog "Bíblia Do Rock", que mostrou para as pessoas que o "Gothic Metal" não existe.

Quase esqueci de dizer que Ailyn é uma cantora espanhola, afinal esse é o motivo dela estar ilustrando o meu trabalho. Na verdade ela canta bem mais em inglês do que em espanhol, mas aproveitei o fato dela ter feito uma versão de "This Darkness" em espanhol, para fazer esse trabalho, mas antes de dissecar a letra da banda, vai um vídeo:


Oscura Realidad

En mis tenebrosos sueños
Te sigo en la oscuridad
En mis tenebrosos sueños
La luz al fin me cegara

La oscura realidad
Quiere destruirme sin piedad
La inmensa oscuridad
Hace que me pierda una vez mas

En mis horas sombrias
Ya nuestro mundo se ha acabado
En mis horas sombrias
Veo una torre derrumbarse
La oscura realidad
Quiere destruirme sin piedad
La inmensa oscuridad
Hace que me pierda una vez mas
Hace que me pierda una vez mas
Hace que me pierda una vez mas

Nuestros frágiles muros
Puedo verlos caer
Nuestras almas sangraran
Por siempre en la oscuridad

La oscura realidad
Quiere destruirme sin piedad
La inmensa oscuridad
Hace que me pierda una vez mas

La oscura realidad
Quiere destruirme sin piedad
La inmensa oscuridad
Hace que me pierda una vez mas
Analise da Letra
1- "Oscura" atua como adjetivo caracterizando a palavra "Realidad"
2- "Nuestros" é um exemplo de  pronome possessivo
3- Verbos como "sigo", "hace", "destruirme"
4- Uso de Hipérbole em construções como "Nuestras almas sangran"
5- "Inmensa" atua como adverbio de intensidade na palavra "oscuridad"
Citações
"A través de los años, la agrupación se ha caracterizado por la involución en su sonido y estilo musical, así como por los continuos cambios en sus miembros integrantes, con Veland como único permanente."
"La entrada de su vocalista Ailyn produjo una gran estabilidad en la banda, lo que parece motivar que ella continuara con los noruegos, siendo la primera en casi diez años que repite en la grabación de un segundo álbum de estudio"

"La descarga del único sencillo y la canción con la que abre el álbum, titulada "'The End Of It All", fue lanzada el 21 de diciembre de 2010. El vídeo musical de promoción fue dado a conocer el 5 de enero de 2011 y ha sido dirigido por el reconocido director sueco Patric Ullaeus de Revolver Film Company, quien por segunda vez consecutiva colabora con Sirenia."

27 de set. de 2011

In A Reverie (1999)

Com o belo vocal suave de Cristina Scabbia em contraste com os graves de Andrea Ferro e um instrumental incrível, o álbum de estreia do Lacuna Coil consegue aliar peso e polidez sonora de uma maneira surpreendente.

Lançamento: 8 de Junho de 1999
Gênero: Metal Sinfônico
Duração: 42 min 27 seg
Gravadora: Century Media
















Tem álbuns que você ouve uma vez e já nota que ele é genial. Tem outros que você precisa ouvir mais de uma vez pra perceber as minúcias técnicas que o tornam único. E tem outros que parecem misturar as características dos outros dois tipos citados anteriormente. Ou seja, você acha o álbum muito bom na primeira audição e quando você o ouve novamente repara em coisas que não havia percebido e que só tornam o álbum mais profundo artisticamente falando.

In A Reverie, disco da simpática banda do famigerado metal gótico Lacuna Coil (a minha preferida deste gênero, diga-se de passagem apesar de ter derrapado nos últimos álbuns) lançado em 1999 é um álbum desse tipo. Unir o peso do vocal de Andrea Ferro e do instrumental da banda com a voz doce da vocalista Cristina Scabbia (que é lindíssima, por sinal) em arranjos mais lentos que combinam perfeitamente com a proposta mais "gótica", por assim dizer, da banda mostrou-se uma decisão acertada da banda.

A profundidade do álbum também pode ser percebida na parte das letras. Elas tem assuntos variados e combinam com o clima mais melancólico do álbum. Clima esse que acabaria se perdendo ao longo dos álbuns (que passaram a ser mais parecidos com os do "Evanescence").

O fato é que é justamente a parte instrumental desse álbum que o diferencia tanto dos posteriores do Lacuna Coil, já que a voz da Cristina continua linda como sempre e  Andrea Ferro continua com seu vocal potente. Somente o esmero no instrumental acaba dando lugar a composições cada vez mais simples.

Músicas como a surpreendente "Veins Of Glass", "Circles", "My Wings", "Cold" e "Reverie" chegam a lembrar o doom metal, mas com um forte poder dramático criado principalmente pela parte instrumental que realmente é um dos maiores destaques do álbum. Destaque também pra guitarra que alterna entre as partes mais leves às mais pesadas com maestria.

In A Reverie é um ótimo álbum. Apesar de ser um álbum de estreia, consegue uma sonoridade muito coesa o que demonstra o talento do grupo italiano. Os destaques do álbum são "Veins Of Glass", "Cold" e "Reverie" que conseguem resumir perfeitamente a proposta do álbum.

Uma pena que o Lacuna Coil acabou saindo dessa proposta inicial, e mesmo da de Comalies, pois seria interessante ouvir a sonoridade desse álbum novamente em um disco futuro.

Nota: 9 *********

26 de set. de 2011

Korzus - Rock In Rio Análise


Korzus é uma das maiores banda de metal da história do nosso país, com mais de 25 anos de história e depois de anos tocando em bares imundos e com péssima qualidade de som, o Korzus finalmente foi recompensado com o direito de tocar no maior festival do nosso país, com a única ressalva de que não foi no palco principal.

Nota: 9 *********

Infelizmente o som do palco Sunset deixou muito a desejar, abafando muito o som das guitarras, mas felizmente o show ainda esta audível, e vez ou outra o som se estabilizava. Não pude ver o show todo me limitando a apenas 5 músicas, a excelente "Truth", a música que abriu o show, "Correria" a música do "Wall Of Death" e "Looking For".

Marcello Pompeu muito bem foi nos vocais, apresentando uma mescla do estilo Thrash/Death e um pouco de punk com uma potencia incrível bem ao gosto do autor, os guitarristas foram bem, mas tiveram alguns problemas técnicos e o baterista esteve sempre bem durante o show.


Infelizmente graças a incompetência do Multishow em transmitir o show ao vivo, tanto pela tv onde só tocou uma música e o resto foi tudo VT, e na internet temos uma qualidade mais do que sofrível (O Renan Lima sabe como é), ficou difícil de ver a banda, mas mesmo assim pelo nível demonstrado nessas poucas músicas, o show foi sensacional.

Matheus VCZ é o Novo Escritor do Blog

Com um artigo muito bom do Symphony X o Matheus VCZ passou no teste antes da 4ª etapa, já que seus companheiro o Fernando e o Claudio não podem mais alcançar sua pontuação.

Fernando foi muito bem em todos os testes, mas sempre acabava perdendo por pouca coisa, e dessa vez não foi diferente. O artigo do Ozzy, apesar de bom ficou devendo em certos quesitos, como o fato de não destacar os músicos que tocaram na banda, e a curtíssima analise do estilo do Ozzy, que ignorou o fato dele junto com o Black Sabbath terem sido os avôs do Doom Metal.

Destaques positivos para a apresentação no Microsoft Office, que dá de 5 a 0 no Gmail, para analise enxuta e bem feita da discografia do Ozzy Osbourne e também uma crédivel biografia do mesmo.

O Claudio enrolou mais de um ano para entregar o artigo, enrolando esse autor que precisava urgentemente de um novo membro, mas também foi um duro rival. Os comentários sobre os integrantes foram muito bons, e ainda tivemos um tópico revolucionario, que foi o fato dele abordar o mascote do Iron Maiden.

Quanto a analise discográfica do Iron Maiden pesam alguns problemas. Longe de estar ruim, a analise ficou devendo uma explicação pelo fato de 3 discos da mesma safra (The Number Of The Beast, Piece Of Mind e Powerslave), serem colocados juntos em uma indicação sendo que entre eles a pouca diferença em termos de composição. Tudo bem, que são os melhores discos do Iron Maiden e cumprem muito bem o seu propósito na hora de mostrar o Iron para novos headbangers, a indicação de Brave New World foi bem interessante.

Matheus fez uma belíssima analise do Symphony X como já foi dito, onde se destacou analisando a discografia do mesmo, e apesar de ter abordado os 3 últimos discos da banda, o fez de maneira bem interessante, e os discos mostram diferentes lados da banda, e dos 3 fez a melhor analise discográfica. Os outros pontos também foram bem abordados.

Ainda sim empatou com o Claudio, e depois de ter passado dias pensando em quem ganharia tive que usar o que usar o quesito "atraso" como método de desempate. Sendo assim temos o Matheus VCZ como campeão.

Logo entraremos em contato, já que o autor não possui o email do Matheus ainda, mas de qualquer forma ele já é o 4º membro do blog. Falando em membros, aonde está o Firefenix?

25 de set. de 2011

Mondo Cane - Rock In Rio Análise


Como vocês sabem, não consegui degustar o show do Mike Patton como deveria por causa do calor infernal, barulhos irritantes, A má transmissão do Multishow que cortou o show com 4 músicas antes do fim, o estresse causado pelo show do NX Zero que estava tocando aqui em casa no volume máximo, ou seja foi um caos.

Nota: 9,5 *********1/2

Esse foi até agora o melhor show do Rock In Rio, e só perdeu pontos por causa do barulho causado pela apresentação do maldito Stone Sour, que atrapalhou a audição do show, mas mesmo assim Mike Patton soube tirar proveito da situação mandando eles (Stone Sour) calarem a boca.

O Mike Patton despejou carisma nesse show, e não é só isso, pois ao contrário do show da Katy Perry que era 90% de carisma e os outros 10% de música, o show do Mike Patton foi acompanhado de excelente música e um vocalista bem versatil.

Eu nunca tinha visto um vocalista que usasse tantas técnicas vocais variadas dentro de um único show como o Mike Patton fez, os graves eram vigorosos e com um pouco de sujeira para colorir o timbre, o registro agudo era bem competente, mas sem excessos. O fraseado era veloz e elegante, e não deixaram-me perceber alguns deslizes no Italiano do senhor.

No registro central foi magnifico! o timbre é bem flexível e com um leque bem grande de cores para serem exploradas, o que realça sua interpretação que roça o divino! Mike Patton explora o falsete de uma forma incrível, sem excessos ele mostra que o falsete pode ser uma técnica vocal crédivel para enriquecer uma canção.

A sujeira dava cor as músicas, não sendo de modo algum algo prejudicial, e o seu rasgado me pegou de surpresa, mostrando-me o quão incrível é esse vocalista, pois você acha que é fácil ficar mudando de técnica vocal assim, sem desafinar nada? Veja ai um belo rasgado do senhor Mike Patton, mas a canção em que ele mais usou esse artificio foi "Urlo Negro"


Tá eu sei que a qualidade da imagem e som não é lá essas coisas, mas dá para curtir certo?

A Orquestra de Heliopólis foi magistral, carismatica e bem competentente na releitura das músicas, e as vezes injetando um pouco mais de peso nas canções. O solo de clarineta acima foi um dos vários destaques instrumentais da noite, e tem também o coral de que se saiu muito bem nos backing vocals.

Eu não consegui ouvir todas as músicas por causa da maldita transmissão do Multishow, que cortou o show antes do fim, pelo youtube eu vi as duas últimas músicas oficiais, mas o cara ainda deu um Bis, que não pude assistir. Mas só isso está de bom tamanho para confirmar o quanto esse show foi bom.

Fiquem ai com a minha música preferida do Mondo Cane: "Deep Deep Down"

24 de set. de 2011

Pré-Ánalise - Mondo Cane

O Autor não conseguiu degustar o show do Mondo Cane devido a sérios problemas, que o atrapalharam muito

1- Atrasos
2- O autor pensou que o show do NX Zero, ia passar por cima do Mondo Cane (já que o Multishow ia dar prioridade ao mais popular), coisa que não ocorreu.
3- Muito barulho em casa
4- Calor insuportável
5- O vizinho gritando por causa do jogo do Flamengo.
6- É impossível ver shows na internet com apenas 1MB de velocidade, e no inicio tive que ver assim.
7- Depois do estresse causado pela péssima transmissão online, não consegui degustar a 1ª e a 2ª música
8- Quando descobri que estava passando na TV, já estava muito estressado, e o calor e barulho perduraram o show inteiro.
9- Ver shows pela TV é difícil, porque toda hora o volume do aúdio muda.
10- O Multishow acabou com a transmissão do show, antes do fim para passar Stone Stour.

Devido a esses motivos a analise do show é impossível, então vou esperar até o show estar disponível no Youtube, mas já aviso que o show foi de excelsa qualidade, uma pena que esses problemas tenham atrapalhado na degustação do mesmo.

Programação - Rock In Rio 2011

O Rock In Rio na verdade é um festival de música bem ecletico, diga-se de passagem, nesses show nós poderemos presenciar: Soul, Funk, Heavy Metal, Power Metal, Música de carnaval, Axé, Pop, New Metal, Post-grunge, Hard Rock, Hardcore, Rap, Rock Alternativo, Pop Rock, New Wave, Música Italiana, New Soul, Dance Pop, Música Africana, Funk Rock, Indie Rock, Samba...

Para o autor o festival pode proporcionar ótimos momentos, desde que se escolham os shows certos. E o Autor vai assistir:

O show do novo projeto do ex-vocalista do Faith No More (Mike Patton), que se chama Mondo Cane é um dos grandes do Rock In Rio. O grupo estará acompanhado da Orquestra de Heliópolis, que deve se sair bem nesse show.

Esse projeto visa a reeleitura de clássicos da música italiana ao lado de orquestras, e como solista temos o bom vocal de Mike Patton, que amadureceu muito depois de sua saída do Faith No More, e ainda manteve o épico alcance que o tornou consagrado.

É hora de expandir seus limites musicais e presenciar esse belo show de música italiana, tenho certeza que será uma excelente experiência. Em alguns trechos das músicas eu acabo lembrando do Rhapsody Of Fire, por causa do italiano.

Motörhead

É óbvio que eu vou assistir o show do Motörhead, mesmo que a banda não seja uma das minhas preferidas do gênero, eles sempre fazem excelentes shows ao vivo, o que os torna imprencidíveis.

Não a nada mais a declarar, sendo que apenas o fato de pensar em perder esse show consiste em um pecado gravíssimo.
A próxima é o Metallica , que sempre nos presenteia com excelentes shows, e nesse de agora não deve ter muitas novidades, o que indica que podemos esperar no mínimo um show nota 9.

O Show da Tarja Turunen com o Angra será outro ponto alto do festival, principalmente para os fãs das duas bandas.

O Korzus será prestigiado nesse festival, com uma participação que vale muito a pena ser assistida, principalmente porque a banda está com uma hype muito grande depois do excelente "Discipline Of Hate" lançado no ano passado, e a banda sempre lança bons discos.

Para quem quiser um pouco mais de Thrash Metal temos o show do Sepultura em pareceria com o grupo Francês, que é um grupo de percussionistas consagrados que tocam diversos estilos musicais.

Obs: o nome do grupo é Tambours Du Bronx.

Assistirei também ao show do Slipknot, para ver como eles vão se sair nesse festival, e escutar as boas músicas de "All Hope Is Gone" e algumas dos outros registros. Mais comentários sobre o show vão aparecer em breve.


Na Quinta-Feira teremos dois ótimos shows para os amantes do Soul Revival, no Palco Mundi teremos a excelente "Janelle Monaé" e no Sunset teremos a bela Joss Stone.

As duas são excelentes cantoras, mas a Janelle ainda tem que provar para nós (Brasileiros), que também é capaz de interpretar suas ótimas canções ao vivo. O show da Joss Stone é certeza de qualidade e vai me ajudar a conhece-la melhor.

Na sexta-feira dia 30/09/2011 (o dia mais fraco do Rock In Rio), o único show interessante é o da velha conhecida minha, a cantora "Céu", que sempre animou as minhas tardes de Fifa.

A voz da cantora é bem suave e suas canções são bem calmas e melódicas, com influências do Jazz, MPB, Bossa Nova, Soul, R&B, e até Afro Beat. Isso sem falar que virá acompanhada de um pianista chamado João Donato, que promete elevar a qualidade dos shows.




De que adianta gravar um bom CD, se não conseguir fazer um bom show? Essa é a questão primordial para quem vai se aventurar em um show do Evanescence, outras perguntas são:

1- Amy Lee cantará bem ao vivo?
2- A sua banda será mais animada?
3- Quantas músicas do novo CD eles vão tocar?

O Show do Coldplay um dia antes desse show do Evanescence também desperta a atenção do autor, que quer ver se o Coldplay é tão ruim ao vivo como falam. O Coldplay é uma banda pelo qual esse autor nutre muito carinho, principalmente porque ela acompanhou uma parte da sua vida, aonde ele descobria seu estilo musical preferido, advinha qual é?

O Coldplay tem um bom repertório, mas todo mundo fala que eles são pouco carismáticos, e também acho suas músicas muito calmas para agitar um show como o Rock In Rio.

23 de set. de 2011

Katy Perry - Rock In Rio Análise


Pois é gente, eu acabei assistindo todo o show da cantora Pop Katy Perry, e posso dizer, que não me arrependo nada disso, pois o show tem alguns destaques bem interessantes que serão comentados nessa resenha.

Nota: 7,5 *******1/2

O show da Katy Perry como o de todas as grandes cantoras pop apresenta uma grandiosa produção, que entretém em boa parte das músicas. O cenário escolhido pela Katy Perry foi o de uma "Candyland", que faz uma analogia ao clipe de "California Gurls".

Ela já começa incendiando, o carisma para esses cantores é uma coisa extremamente necessária, já que as músicas não são o destaque. Eu só peguei o show a partir da pavorosa "Peacook", que apesar de ser melhor ao vivo, que em estúdio, a canção permanece insuportável. Legal mesmo foi a interação dela com o publico antes do hit "I Kissed A Girl" aonde ela chama um tal de Júlio ao palco, e esse cara ainda consegue ganhar e  roubar um beijo da Katy Perry, como esse vídeo mostra:


A canção ganhou uma introdução mais calcado no Jazz, o que a tornou um pouco mais charmosa. Depois disso cantou duas músicas mais dançantes, a desconhecida "Circle The Drained" e a já conhecida "ET".

Hora da analise vocal da Katy Perry, que nesse show optou por não usar nenhum tipo de Playback, e se apoiar no coral de garotas vestidas de "Candygirls", que ficam atrás dela fazendo backing vocal, e as vezes assumem o papel principal, para que a cantora possa armar suas peripercias. A Katy tem uma voz bem aveludada e um timbre bonito, o que faz com que seu canto seja o mais agradável possível, por outro lado, ela sofre de  problemas de afinação.

A cantora tem dificuldades de alcançar notas agudas quando canta em tons mais altos, talvez isso se deva a sua respiração, que não é bem feita, o que acaba prejudicando-a na hora dos tons mais altos. Quando ela canta em tons mais baixos ela não tem muitos problemas, como em uma balada fofinha, onde ela apresentou uma voz segura, deixando seu belo timbre fluir sem problemas.

O Coral é o segredo da cantora para evitar problemas maiores na hora das notas altas, e também os problemas na hora das coreografias malucas que ela executa em palco. No registro central a cantora se destaca executando com perfeição suas canções.

A interpretação é bem animada, e ainda tem para complementar a interpretação, as belas coreografias e vestidos que a cantora usa, como na "Hot N Cold" onde ela muda de roupa como se fosse mágica.

Intervalo

O Intervalo do show da Katy Perry, foi uma das piores coisas que eu já presenciei na minha vida. Coreografias broxantes, bateria de Carnaval, e aqueles cantores de quinta categoria enchendo a paciência.

Bis

Last Friday Night: Essa é uma das poucas músicas da Katy Perry que me agradam, e a performance dela foi muito boa, já que ela não exige nada demais da Katy, o único disparate meu em relação a essa performance foi o solo de sintetizador (na versão original ele é feito por um saxofone).

Firework: O Publico implorou por essa canção desde o inicio do show, e espertamente a cantora a deixou para o bis. A performance dela não foi tão boa quanto esperado, pois a cantora apresentou uma sujeira em alguns trechos do refrão sendo ajudada pelo coral. Mas a interpretação da música é tão boa e contagiante, que o problema anterior não me incomodou.

Obs: As únicas músicas que eu gosto da Katy são essas duas que ela escolheu para o Bis.

California Gurls: Quando eu pensei, que o show tinha encerrado a Katy emenda o seu clássico levando o publico ao delírio, principalmente na parte onde ela pula na plateia e joga doce na cara da primeira fila. Assim como em Firework, a cantora se apoia muito no coral para poder fazer essas "loucuras", mas cantou sem problemas a outra e principalmente essa, que quase não exige nada dela.

Conclusão

Apesar de não ser fã da Katy Perry, já que gosto de apenas duas músicas da mesma, devo admitir que seu show é bem legal e energético, sendo que ela sabe muito bem como envolver sua plateia com seu carisma. O show dela tem uma atmosfera bem infato-juvenil beirando até o ridículo, mas a questão é que para se curtir um show dela, você deve entrar no jogo dela e se envolver com a temática do show, assim como em um show do Manowar.

Katy é uma cantora credível, só que tem um repertório bem fraquinho onde apenas duas músicas e trechos de outras entusiasmam o autor. As canções são bem rasinhas portanto são facilmente assimiladas pelo publico debilóide atual, o que é uma pena, pois com um repertório mais decente a cantora poderia fazer misérias no palco.

Ela se destaca principalmente pela sua performance "amulacada" no palco, e ainda que cante bem, precisa corrigir alguns erros, mas creio que isso não seja problema, afinal de contas a moça só tem 26 anos, e ainda tem ao seu favor um timbre tão cremoso e agradável quanto uma fatia de bolo de morango.

As músicas da Katy ficam melhores ao vivo, principalmente pelo pouco destaque que as batidas ganham, já que são normalmente substituidas por sintetizadores, guitarra e bateria o que tornou até a "Hot N' Cold" mais interessante.

Um show bem divertido, mas que com um repertório melhor se destacaria muito mais,

22 de set. de 2011

Grammy - Within Temptation


Para aqueles que não sabem, o meu colégio tem um evento anual chamado "Grammy", que serve para aproximar os alunos dos conteúdos de Inglês e Espanhol, através da música. Esse ano o Grammy vai englobar também matérias como Português e Artes, o que torna o trabalho ainda mais valioso para este autor.

Essa primeira parte vai ser dedicada a matéria de Inglês, porque quase todas as bandas que esse autor ouve cantam em inglês com exceção de música Celta, Folk Metal, Ópera, Música Brasileira  e outros estilos com raízes mais nacionalistas. A parte de Espanhol será a próxima, e o artista escolhido não foi a Shakira, não é a Maria do Bairro (a Thalia), e também não foi um Ex-integrante do RBD como a maioria fará, para fazer diferente vou falar do tenor lírico espanhol Placido Domingo.

A parte de Inglês está quase completa, sendo que esse post serve apenas para atender os pré requisitos, que não envolvem a música. O artigo vai se dividir em 3 partes, está aqui a  que fala sobre a banda e seu som, o faz uma analise da técnica vocal da cantora da banda, a Sharon Den Adel.

Obs: para acessa-los é só clicar nos trechos "1º" e "2º" do paragrafo anterior.

A Letra

Deceiver Of Fools

He feeds on fear
He feeds on pain
He rules again
With growing hate
He will guide
Their faith again

No light in the darkness
Is too small to see
There's always a sparkle of hope
If you just believe

He told the tale so many times
About the dream not meant to be
In a world of the free
(He plays with your mind)
As faith for future faded fast
He grows strong with their displeasure
It sets him free

Deceiver of hearts
Deceiver of fools
He rules with fear
Deceiver of hearts
Deceiver of fools
He rules again

He feeds on fear poisons the truth
To gain their faith to lead the way
To a world of decay
(He rules your heart)
He'll sell your soul to the grave
Without a hesitation to make
He belongs to the dark

Deceiver of hearts
Deceiver of fools
He rules with fear
Deceiver of hearts
Deceiver of fools
He rules again

Please awake and see the truth
He can only be if you believe what he tells you
Remember who you are, what you stand for
And there will always be a way

Deceiver of hearts
Deceiver of fools
He rules with fear
Deceiver of hearts
Deceiver of fools
He rules again

In my heart there is a place
In my heart there is a trace
Of a small fire burning
A sheltering ray shines through this night
Although it's small, it's bright
But darkness is lurking
He will sell your soul to bitterness and cold, oh, fear him

Deceiver of hearts
Deceiver of fools
He rules with fear
Deceiver of hearts
Deceiver of fools
Shall he rule again?

Enganador de Tolos

Ele se alimenta do medo
Ele se alimenta da dor
Ele comanda de novo
Com o ódio crescente
Ele ganhará
A fé deles novamente

Nenhuma luz na escuridão
É tão pequena que não se possa ver
Sempre há uma faísca de esperança
Se você simplesmente acreditar

Ele contou o conto tantas vezes
Sobre o sonho sem significado
Em um mundo da liberdade
(Ele brinca com sua mente)
Como fé para o futuro rapidamente desfalecido
Ele cresce forte com o desgosto deles
Isso o liberta

Enganador de corações
Enganador de tolos
Ele governa com o medo
Enganador de corações
Enganador de tolos
Ele controla novamente

Ele se alimenta no medo envenena a verdade
Para ganhar a fé deles para conduzir o caminho
Para um mundo de decadência
(Ele controla seu coração)
Ele venderá sua alma à sepultura
Sem hesitação ele fará
Ele pertence à escuridão

Enganador de corações
Enganador de tolos
Ele governa com o medo
Enganador de corações
Enganador de tolos
Ele controla novamente

Por favor desperte e veja a verdade
Ele só existirá se você acreditar no que ele lhe conta
Lembre-se de quem você é o que você está esperando
E sempre haverá um caminho

Enganador de corações
Enganador de tolos
Ele governa com o medo
Enganador de corações
Enganador de tolos
Ele controla novamente

Em meu coração há um lugar
Em meu coração há um rastro
De um pequeno fogo queimando
Uns raios brilhantes protegendo esta noite
Embora seja pequeno, é luminoso
Mas a escuridão está espreitando
Ele venderá sua alma para o rancor e para o frio, oh, tema-o

Enganador de corações
Enganador de tolos
Ele controla o medo
Enganador de corações
Enganador de tolos
Ele deve controlar novamente?
 
Analise da Letra
Eu decidi colocar as duas versões para facilitar a analise do texto, que possui elementos da cantiga de escárnio do Trovadorismo, e a canção fala sobre um enganador, podendo ser interpretado por um politico, ditador ou como o professor de Literatura abordou, a música pode falar do próprio demônio.

O Eu-lírico parece abominar as ações do "Enganador de Tolos", se opondo a ele em alguns trechos antes do refrão, revelando suas maldades, e no final ela ainda pergunta "Ele deve controlar novamente?", inferindo que nós devemos nos opor a esse mal.

Na canção podemos ver elementos do Simple Future (He will guide), Simple Present (He rules again), Zero Conditional (If you just believe), Verb To Be (Is), Simple Past (As faith for future faded fast), dentre outros elementos, que não consigo perceber devido ao meu fraco Inglês.

Citações

"Ítem obrigatório na coleção de todos os fãs"

"Mais uma lançamento que todo mundo esperava e queria ouvir, recomendo pois é perfeito"

Bom, restam umas dúvidas do autor sobre como fazer essa parte, que me parece muito confusa. Parece que tem que colocar citações em Português e Inglês sobre a banda, nesse caso peço para que os fieis seguidores desse blog, que ajudem o autor a buscar essas citações em inglês do Within Temptation, já que não acesso sites de heavy metal em Inglês.

Bom por hora é só, a parte espanhol saíra em breve

21 de set. de 2011

Porcupine Tree - Fear Of Blank Planet (2007)


Banda: Porcupine Tree
Album: Fear Of Blank Planet
Lançamento: 2007

Porcupine Tree é uma banda de progressive Rock/Metal com doses EXTREMAS de psicodelia. Liderada pelo gênio Steven Wilson a banda meio que atinge seu auge com esse albúm de 2007.

Climas de suspense, depressão, psicodelia, e subitamente riffs esbanjando peso, esse cd não foi feito pra se escutar antes de dormir, já cansei de levar sustos do nada.

É difícil dar destaque a faixas isoladas, todas as 7 músicas do albúm formam uma obra de arte, não da pra isolar nada, só posso adiantar que "Anesthetize" é indescritível, 17 minutos mágicos, "Way Out Of Here" e a faixa título são incríveis as 3 faixas restantes são sem comentários, melodia e melancolia equilibrados.

Porcupine Tree é uma das poucos bandas dos dias atuais que investe nessas sonoridades malucas, Steven Wilson como disse antes é um gênio, um dos maiores produtores dos dias atuais, que trabalhou com o glorioso Opeth, faz mágica com simples notas, esse albúm assim como quase toda sua discografia é obrigatório.

Tracklist:
1. Fear of a Blank Planet – 7:28
2. My Ashes – 5:07
3. Anesthetize – 17:42
4. Sentimental – 5:26
5. Way Out of Here – 7:37
6. Sleep Together – 7:28
NOTA: 10